As cotações recuavam, segundo analistas e consultores internacionais, pela pressão das expectativas de uma safra recorde no Brasil e com os trabalhos de colheita ganhando mais ritmo no país. A oferta vai chegando efetivamente ao mercado, deixando a soja brasileira mais competitiva em relação a seus concorrentes, em especial os EUA.
Além disso, o farelo cede mais de 1%, o óleo também opera no vermelho e ambos ajudam a manter a pressão acentuada sobre o grão nesta volta dos negócios.
O clima na América do Sul, assim, permanece em foco e no centro das atenções dos traders.
O financeiro e o quadro econômico global, os desdobramentos da guerra entre Rússia e Ucrânia e a China prestes a entrar no feriado do Ano Novo Lunar também estão no front.