De acordo com o vice-presidente, nos municípios de Diamantino, Paranatinga e mais sete cidades estão há mais de 22 dias sem chuvas e Campinápolis e Sapezal há mais de 30 dias.
“Preocupa muito a questão da estiagem no Estado com algumas cidades com mais de 25 dias sem chuvas. São municípios que têm uma produção expressiva, e isso preocupa muito, já que os custos estão subindo, o produtor faz os investimentos e acaba tendo perda. Viemos de um ano em que o produtor ainda conseguiu comprar os adubos em um preço razoável, mas a gente sabe que daqui pra frente o cenário preocupa com a alta dos insumos”, declarou Beber.

A Aprosoja/MT orienta o produtor que é momento de cautela. “Nos comuniquem sobre registros de estiagem em seu municípi. A gente sabe que têm muitas empresas estimando aí uma super safra, mas na realidade já tem uma quebra grande no Estado, mesmo que ocorram ainda chuvas, já temos quebras consolidadas”, afirmou.

“Apesar do plantio da soja deste ano ter sido mais antecipado em relação ao ano passado, nós tivemos um atraso na colheita devido ao excesso de chuva, e também o plantio do milho por conta do excesso de umidade e do barro que dificultou o trânsito do maquinário”, concluiu Lucas.