A decisão atinge um rebanho de cerca de 500 mil cabeças localizadas entre municípios mato-grossenses (Aripuanã, Colniza, Comodoro e Juína), e de todas as propriedades do município de Rondolândia.

O documento leva a assinatura da ministra Tereza Cristina e entra em vigência a partir do dia 1º de setembro.

Delineado para ser executado em um período de dez anos (2017-2026), o PE-PNEFA está alinhado com as recomendações da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e com as diretrizes do Programa Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa (PHEFA), contribuindo para a erradicação da doença na América do Sul.

Nesses 30 meses de execução do PE-PNEFA, os estados do Rio Grande do Sul e Paraná, mais o Bloco I (Rondônia, Acre, 13 municípios do sul do Amazonas e uma pequena área do Mato Grosso, constituída por parte de cinco municípios) avançaram na execução das ações previstas e estão na fase final para se tornarem zonas livres de febre aftosa sem vacinação, com reconhecimento internacional previsto para maio de 2021.

O próximo passo agora é o envio do pleito de reconhecimento internacional pela OIE, que de deve ocorrer até setembro desse ano para ser apreciada na Assembleia Geral de maio de 2021.

A região tem aproximadamente 40 milhões de bovinos, representando 18,5% do rebanho nacional. Atualmente, somente Santa Catarina, com rebanho de 4 milhões de bovinos, possui reconhecimento internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação.