Segundo o consultor de Safras & Mercado, Paulo Molinari, a oferta segue ajustada em relação à demanda, o que determina o suporte aos preços. Atenções seguem para a volatilidade no câmbio e para a passagem de massas de ar polar sobre as regiões produtoras, que derrubam as temperaturas e geram temores de geadas e perdas nas lavouras.
No balanço semanal do mercado brasileiro, as cotações avançaram em boa parte das regiões. No Porto de Santos, na base de compra, o preço se manteve estável no comparativo do dia 2 para o dia 9 de julho (quinta-feira), em R$ 52 a saca de 60 quilos. Já no Porto de Paranaguá, no mesmo período, a cotações do milho na compra teve leve avanço de R$ 51,30 para R$ 51,50 a saca.
No mercado interno, no Paraná, a cotação em Cascavel no balanço semanal subiu de R$ 46 para R$ 47 a saca na base de venda. Em São Paulo, preço na Mogiana, subiu no comparativo semanal (de 2 para 9 de julho) de R$ 50 para R$ 52. Em Campinas CIF, a cotação avançou de R$ 53 para R$ 53,50 a saca.
No Rio Grande do Sul, em Erechim, o preço do milho na semana permaneceu estável no comparativo em R$ 52 a saca. Em Minas Gerais, preço inalterado em Uberlândia no balanço semanal em R$ 49 a saca na venda. Em Mato Grosso, preço no balanço semanal subiu de R$ 37 para R$ 38 a saca em Rondonópolis.