Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a estimativa é de uma produção de 32,3 milhões de toneladas da oleaginosa, cultivada em 9,5 milhões de hectares no Estado.
De acordo com o gerente de Defesa Agrícola da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Daniel Pasculli, o plantio não começará massivamente após o final do Vazio Sanitário. “O tempo ainda está seco na maioria das regiões e é preciso aguardar a regularização das chuvas”, diz.
Pasculli reforça que os agricultores precisam se ater, no início da safra, à qualidade das sementes que estão chegando às propriedades rurais. “As condições de transporte e armazenagem das sementes na fazenda são fundamentais para manter a qualidade até a hora da semeadura”, afirma.
A Aprosoja desenvolve o programa Semente Forte, que tem o objetivo de coletar sementes, dentro das especificações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), para fazer um levantamento de qualidade do insumo que está chegando na propriedade e, também, fazer uma orientação de como deve ser armazenada.